Desde nossa infância somos doutrinados a viver pela média. Somos
ensinados a falar, escrever, pensar e nos comportar para que sejamos
mais um transeunte cinza na multidão. Vamos para a faculdade e somos
adestrados a ser um profissional de nossa área. Como devemos trabalhar
no que somos apaixonados. Vamos para uma empresa que sempre cobra
inovação, mas sempre na maneira e visão dela.
Porém,
trabalhamos fazendo o intangível palpável. O semiótico lógico. O insano
inteligível. E ao transitarmos nesse mundo quase lisérgico entre a
loucura e a lógica, alguns se dão conta de que este processo é o que
nos apaixona. O processo criativo como um todo, independente de meio,
substrato e aplicação. Esta é nossa inquietação, loucura e paz de
espírito que move nossas mentes em direção a algo para quebrar
paradigmas e pensar fora do quadrado.
Assim, resolvi colocar pra fora alguns pensamentos.